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TENTATIVAS DE QUANTIZAÇÃO GRAVITACIONAL E DA MATÉRIA
EM RELATIVIDADE GERAL E FÍSICA QUÂNTICA
Geraldo Sarti
Abril/2008
Dedicado a Thiago Ribeiro
Santos
Parapsicólogo
ABRAP
1 - NEWTON E BOHR
Deve-se
considerar que a força centrípeta F exercida por uma massa central M sobre um corpo
qualquer de massa m à velocidade tangencial v:
(1)
onde a é a aceleração centrípeta e r a distância entre a
massa central M e a massa m em velocidade tangencial v.
Logo, como
(2), vem:
(3)
Veja-se que G é a constante de gravitação de Newton.
Manipulando algebricamente (3) resulta:
m v2 r2 = G M m r
(4)
Bohr admitiu que
pФ r = m v r = n ћ
(5)
em que p é o momento angular (já que a velocidade v é
tangencial, n é um número inteiro positivo qualquer e ћ
a constante de Dirac = h / 2
π, sendo h a constante de
Planck.
De (4) obtém-se,
v2 r2 = G M r
(6)
E, de (5), atuando-se com os quadrados,
(7)
Igualando-se (6) e (7) resulta:
(8)
2 - EINSTEIN - BOHR E NEWTON
Como é do conhecimento geral e segundo nossa
demonstração da interpretação de Schwarzschild do
horizonte de eventos de um buraco negro parado neutro,
artigo (BURACOS NEGROS COMO GERADORES DE PSICONS,
PENSAMENTO OU INFORMAÇÃO SEMÂNTICA),os tensores g00
e g11 que aparecem na métrica do espaço -
tempo da Relatividade Geral são:
(9)
Foi demonstrado que
(10)
sendo V a velocidade radial imposta pela massa central M
à distância r sobre uma partícula ou objeto qualquer de
massa m. Para o desenvolvimento do item 1 - deste
trabalho, a massa em movimento de atração pela força
central então é m, qualquer.
Mas, o resultado obtido em (8) nos permite fazer
(11)
Introduzindo (11) em (10) vem:
(12)
Assim, os fatores métricos (9) ficam:
(13)
Comparando-se com (10) vê-se que
(14)
Observando-se novamente (13), tem-se que ela se torna
zero se
ou
(15)
ou, o que é o mesmo, se V = c (igual à velocidade da
luz).
Pode-se então considerar
rs = Horizonte quântico de Schwarzschild,
para um corpo de massa m, independente da força
centrípeta.
Como já visto pela suposição (5) de Bohr,
, isto é,
para
um raio r qualquer
,
isto é,
(15 A)
sendo v a velocidade tangencial.
Como v = w r, sendo w a velocidade angular,
,
limite convencional para a quantização pretendida,
supondo-se pois o movimento de m como circular uniforme.
Comparando-se as expressões (7) e (14) observa-se que
, o que pode ser visualizado como segue:

(16) c = r θ
.  
(17)
3 - BREVES COMENTÁRIOS
Fica claro que a relação Relatividade Geral - Física
Quântica assume que a velocidade normal V seja constante
em módulo e acompanhe a velocidade tangencial no
percurso 2 π periódico.
Vejamos que a quantização de Bohr,
pФ r = n ћ = m v r implica em que
d (m v r) = m d (v r) = d (n ћ) = 0
Então m ( v d r + r d v) = 0 ...
-
v d r = r d v ou, integrando,

v r = constante = β
(18)
Com isso, a imposição (5) de Bohr fica:
m v r = m β = n ћ logo
 
(19)
isso significa que a massa é mantizada.
Veja-se a conhecida relação suposta:
E = m c2 = n h
γ
(20)
Embora não seja usada, ela é óbvia, pois são duas
medidas distintas de uma mesma energia. Então de
(20),
(21)
Comparando (19) e (21) vem:
,
(22)
Substituindo β = v r = c t e e considerando
que v = w r, tem-se
ou
v2 = c2, condição inicial entre
BOHR E EINSTEIN.
Tem-se, em segundo lugar que
.
Analisando apenas a potência, ter-se-á:
.
Substituindo o valor de m encontrado em (19) vem:

(23)
Sabendo-se pela equação de quantização do espaço, que 2 π
r = n λ vem:

Obviamente, como já feito várias vezes, (23) fica:
.

e adicionando-se um comprimento de onda tem-se
para o movimento periódico:
,
como λ
γ
= v fase > c, resulta, com 2
π γ
= w
(24)
expressão geral da onda plana livre.
4 - APLICAÇÃO AO INTERVALO MÉTRICO EM RELATIVIDADE GERAL
Foi visto no trabalho citado e, como é do conhecimento geral, com
anisotropia e simetria esférica, o intervalo métrico de
Schwarzschild em RELATIVIDADE GERAL é:
(25)
Introduzindo-se (12) ou (13) vem:
(26)
Os fatores entre parênteses, tensores métricos espaciais
e temporais e a equação (14), como visto, mostram que
.
Usando (18) ou (19),
,
que é a quantização da massa.
O BURACO NEGRO QUÂNTICO acompanhando a massa m qualquer
em movimento orbital circular periódico de raio r será,
como já visto:
(27)
Nesse caso, o tensor espacial vai ao infinito.
Fica claro ainda que o produto permitido será:
 
(28)
A certeza da consistência desta medida vem ao fazer-se
como BOHR, em (5), n ћ = m v r.
Substituindo em (28) para r = rs tem-se
,
o que é a própria expressão (15 A), ou a (16), para V =
c.
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